terça-feira, 19 de setembro de 2017

Parceiros

14:22 0
Governador Flávio Dino (PC do B) entregou ontem (18) mais um beneficio
para Coelho Neto.  

A parceria entre o prefeito de Coelho Neto, Américo de Sousa (PT), e o Governador do Maranhão, Flavio Dino (PC do B), vem rendendo diversos benefícios para a população coelhonetense. O estado tem sido proativo na cidade, sempre participando e contribuindo com a gestão petista.

Diversos benefícios foram destinados para Coelho Neto em menos de 10 meses, nesse período a cidade recebeu duas viaturas para Polícia Militar; uma Ambulância 0Km para a Saúde; sementes foram distribuídas para os produtores rurais; um kit de pulverizadores para combate de doenças endêmicas; o programa mais asfalto passou pelas ruas do centro da cidade; a MA-034 trecho que liga Coelho Neto ao Povoado Descanso está sendo recuperado; e por último, foi entregue ontem (18) uma motoniveladora para Coelho Neto.

Estado já destinou para Coelho Neto benefícios na casa dos R$ 1 milhão de reais

São tantos benefícios, que posso ter esquecido de citar algum (rs)

Todos esses benefícios somados ultrapassam a casa de R$ 1 milhão de reais, investidos pelo Estado do Maranhão em Coelho Neto. Essa uma parceria sólida, fruto do diálogo e boa relação que o Governo Estadual mantém com o Governo Municipal.  

Ontem (18) o Estado entregou mais um equipamento para a população Coelhonetense

Estado e Município trabalham em total cooperação um com outro, e apesar dos reclames da oposição, essa é uma relação duradoura de onde muitas coisas boas ainda vão sair.


Coelho Neto agradece.  

Trabalhando com planejamento e organização, Coelho Neto não sente os rigores da crise

13:11 0
Prefeito de Coelho Neto, Américo de Sousa (PT)

Nos quatro cantos do Maranhão ecoam reclamações, diversos municípios estão pagando salários com atraso ou até parcelados, alguns optaram pelo caminho das demissões em massa para equilibrarem as contas. Os problemas administrativos são frutos dos diversos cortes promovidos pelo Governo Federal, queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a retirada abrupta de parte dos recursos do FUNDEB em julho, são alguns dos fatores que estão engessando as finanças das prefeituras. 

Contudo, em meio do burburinho dos gestores insatisfeitos, o único que parece não sofrer com os rigores da crise é o Prefeito de Coelho Neto, Américo de Sousa (PT). O município tem se tornado uma referência quando o assunto é a boa gestão pública. Atribui-se o sucesso da gestão petista ao planejamento, organização e seriedade no tratamento com o dinheiro público da administração municipal. Além da principal marca do governo, o trabalho, os servidores estão sendo valorizados, recebendo em dia, algumas vezes até de forma antecipada, da mesma forma tem acontecido com os fornecedores e prestadores de serviços. 

Escolas tem passado por reformas

Sem falar que a cidade, agora, está sempre limpa, bem organizada, um realce a mais na beleza natural do nosso município. O carinho e a atenção dispensados às mulheres, crianças e idosos também fazem a diferença, sempre que precisam, contam com um atendimento diferenciado e de qualidade. Tudo isso tem elevado à autoestima da população coelhonetense. Além de manter os serviços essenciais funcionando integralmente, a prefeitura dá ênfase a setores prioritários como a saúde, educação, infraestrutura e produção. Por exemplo, estão sendo reformadas duas escolas, uma Unidade Básica de Saúde (UBS), e o Hospital Maternidade passaram por melhorias.

Festas tradicionais tem sido realizadas

Cabe destacar que a prefeitura de Coelho Neto já pagou o terço de férias do servidores referente a 2017; está havendo incentivo à agricultura familiar, com aquisição de alimentos do campo para merenda escolar, e apoio técnico; foi realizada uma ampla distribuição de sementes, onde todos os povoados foram contemplados. 

Estradas vicinais recebem melhorias

A população têm sido convidada para participar da gestão, de acordo com a filosofia da administração municipal, além de legitimá-la, as novas ações se pautam na discursão e elaboração coletiva, o que as tonam verdadeiramente democráticas e populares. Recentemente, na câmara municipal, foi apresentado para os vereadores e população, o relatório financeiro dos primeiros seis meses de gestão, fato inédito na história de Coelho Neto, em seguida a população foi convidada a participar da elaboração do planejamento financeiro da cidade para os próximos 4 anos, evento que aconteceu no teatro municipal. 

Escolas receberam equipamentos novos

Colocando a administração à disposição da população, o prefeito tem despachado diariamente na prefeitura, e tem dialogado através do rádio com os coelhonetenses uma vez por semana, sempre falando das ações do governo e dando detalhes sobre as questão do políticas da cidade. 

Por tudo isso, vemos que a gestão do petista Américo de Sousa tem buscado honrar os votos que recebeu. Em pouco menos de 10 meses, têm buscado ofertar aquilo que é o verdadeiro e único propósito da política: servir.






segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Coelho Neto é contemplada com uma motoniveladora

17:00 0
Em cerimonia no Palácio dos Leões governo do estado entregou
motoniveladoras a cidades do interior do estado

O Governo do Estado do Maranhão realizou hoje (18) entrega de máquinas motoniveladoras visando impulsionar as atividades de construção civil e agrícolas em municípios do interior do Estado. Foram 19 equipamentos distribuídos em solenidade, e Coelho Neto foi contemplada com uma unidade.


Coelho Neto foi contemplada com uma unidade

Esse incentivo ao escoamento da produção complementa ainda as ações de fortalecimento às cadeias produtivas, trabalho esse já desenvolvido através do programa Mais Produção.  Por meio deste, são estimuladas 10 cadeias produtivas em todas as suas etapas – da produção, beneficiamento e comercialização.

Dessa forma, o Caminhos da Produção vem para contribuir com o escoamento da produção agropecuária dos municípios, complementando uma série de ações de infraestrutura já voltadas para esse segmento. As motoniveladoras integram as ações do programa Caminhos da Produção que investe cerca de R$ 50 milhões nos municípios do interior do Estado.

Além de Coelho Neto, foram beneficiados Santa Inês, Parnarama, Santa Quitéria, Timom, Vitorino Freire, Santo Antônio dos Lopes, Senador Alexandre Costa, Urbano Santos, Zé Doca, São José dos Basílios, Codó, Centro Novo do Maranhão, Amarante, Alcântara, Afonso Cunha, Estreito, Lago da Pedra, Governador Nunes Freire.

Mais Produção


Criado em dezembro de 2015, o programa ‘Mais Produção’ é parte das estratégias do Sistema Estadual de Produção e Abastecimento (Sepab) para o fortalecimento da produção agropecuária maranhense. Apoia 10 cadeias produtivas prioritárias: feijão, arroz, mandioca, carne e couro, ovinocaprinocultura, leite, avicultura (caipira e industrial), piscicultura, hortifruticultura e mel. O programa é desenvolvido pelas secretárias de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e Infraestrutura (Sinfra).

Fonte: Governo do Estado do Maranhão

INSS gastou R$ 1,1 bilhão em benefícios pagos a mortos, diz relatório

06:32 0
INSS gastou R$ 1,1 bilhão em benefícios pagos a mortos, diz relatório
Relatório do Ministério da Transparência aponta rombo bilionário em contas do INSS

O INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) registrou, em 2016, um rombo de pelo menos R$ 1,1 bilhão em aposentadorias e pensões pagas a beneficiários mortos --o deficit previdenciário fechou 2016 em R$ 149,73 bilhões, pior patamar desde 1995. A informação consta de um relatório elaborado por técnicos do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União ao qual o UOL obteve acesso. O documento indica que o rombo pode ser ainda maior e que há casos em que benefícios foram pagos em nome de pessoas mortas em 2005. 

A constatação dos gastos irregulares surge em meio às tentativas do governo federal de aprovar no Congresso Nacional sua proposta de Reforma da Previdência. Entre os principais argumentos a favor das mudanças, está o deficit nas contas previdenciárias, que estaria orçado em R$ 184 bilhões em 2017, segundo o próprio governo. 

O relatório do Ministério da Transparência explica a origem do rombo de R$ 1,1 bilhão no ano passado. Ela pode ser dividida em duas partes.

A primeira é o pagamento indevido a beneficiários mortos. Os beneficiários do INSS, na sua grande maioria, recebem suas aposentadorias e pensões por meio de bancos cadastrados. O dinheiro é depositado diretamente na conta dos titulares. 

Quando um beneficiário morre, os cartórios têm até o dia 10 do mês seguinte ao ocorrido para informar ao INSS sobre o óbito. Pelas normas técnicas, após receber a informação, cabe ao órgão suspender o envio do dinheiro ao morto.

O problema, segundo os técnicos, é que nem sempre a suspensão dos benefícios acontece de forma automática. Eles destacam que a demora para a suspensão dos benefícios é resultado de uma conjunção de fatores que vai desde a falta de infraestrutura adequada para o processamento das informações até a diminuição do quadro de pessoal do órgão.

Um levantamento feito entre janeiro e agosto de 2016 detectou que o INSS pagou benefícios a 101.414 pessoas que constavam como mortos no SISOBI (Sistema Informatizado de Óbito), operado pela Secretaria de Previdência Social. Esse mesmo levantamento identificou 1.256 beneficiários cujas mortes tinham sido constatadas em 2005, mas que recebiam benefícios em 2016. 

Em média, segundo esse estudo, o INSS levou quatro meses para suspender o benefício. O prejuízo apenas nesse período dos oito primeiros meses de 2016 foi de R$ 460 milhões. Em dezembro de 2016, o rombo totalizou R$ 1,134 bilhão. 

A segunda parte da explicação desse prejuízo é, segundo os técnicos, resultado da dificuldade do INSS em reaver os valores depois que eles já foram depositados. Do R$ 1,134 bilhão pago a mortos constatado em 2016, apenas R$ 119,1 milhões foram recuperados, em torno de 10,4% do total.

Essa dificuldade, diz o documento, decorre de uma série de fatores, como o entrave imposto pelos bancos onde os beneficiários mortos mantinham suas contas para devolver os recursos.

O relatório diz que os bancos alegam, em muitos casos, que não podem simplesmente devolver os recursos por conta do sigilo bancário.

Outro fator, diz o documento, é a fragilidade dos controles internos no processo de cobrança administrativa, evidenciada pela incapacidade da entidade de fornecer respostas aos auditores. O relatório diz, por exemplo, que o INSS não conseguiu nem sequer informar ao Ministério da Transparência a quantidade de processos que o órgão já moveu para reaver recursos pagos indevidamente a beneficiários mortos.

Além disso, os técnicos do Ministério da Transparência constataram que "há progressiva perda da capacidade de governança do INSS, que não dispõe de informações e meios para aprimorar a prevenção às fraudes na concessão e manutenção dos benefícios”. 

Segundo o órgão, o INSS não tem formas "efetivas de recuperar os valores pagos indevidamente”. 

Erro inadmissível, diz auditor de ministério

Para o coordenador-geral de auditoria da área de Previdência do Ministério da Transparência, Cristiano Soares Pinto, o pagamento a beneficiários mortos é "inadmissível". "Essa questão dos mortos é inadmissível. Já colocamos no relatório, fizemos recomendações e, na semana passada, oficiamos o INSS para ver que medidas eles tomaram. Estamos aguardando o posicionamento deles", afirmou.

Segundo o coordenador, o dinheiro gasto pelo INSS em pagamentos a mortos poderia ser revertido ao pagamento de beneficiários vivos. "Esse é um dinheiro que poderia estar no Tesouro, sendo usado para pagar pensões e aposentadorias a quem realmente precisa", disse. 

Outro lado

Procurada pela reportagem, a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) enviou uma nota por meio de sua assessoria de imprensa na qual informa que a entidade "e os bancos associados pagadores de benefícios a aposentados têm apoiado o INSS na busca por soluções que evitem o pagamento de benefícios daquele instituto a pessoas já falecidas".

A reportagem também procurou o INSS, mas não obteve resposta. Na última terça-feira (12), foi enviado um e-mail com perguntas sobre o relatório com prazo de resposta para a quinta-feira (14).

Na quarta-feira (13), o INSS confirmou o recebimento do e-mail e disse que a demanda feita pela reportagem estava sendo conduzida pela área técnica do órgão. Na sexta-feira (15), diante da ausência de resposta, a reportagem enviou um novo e-mail cobrando resposta, mas até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

Fonte: Uol 

Redução das chances de Lula ser candidato faz PC do B discutir candidatura própria para 2018

03:11 0
Redução das chances de Lula ser candidato faz PC do B discutir candidatura própria para 2018
No reflexo mais explícito do estrago que a ofensiva judicial fez às pretensões do ex-presidente Lula (PT), o PC do B, parceiro histórico do PT em eleições nacionais, decidiu iniciar consulta aos seus dirigentes para buscar uma alternativa para 2018. A decisão foi tomada após uma série de reuniões ao longo da última semana. O depoimento de Antônio Palocci ao juiz Sergio Moro alastrou a sensação de que o petista não conseguirá ser candidato. E a sigla quer ter o próprio plano B até novembro.

Não é por mal Integrantes da legenda estão divididos sobre o movimento, mas ele foi deflagrado. Não haverá gesto hostil a Lula. Se ele puder concorrer, a aliança está assegurada — o problema, dizem, é que cada vez menos gente dentro e fora do PT acredita nessa possibilidade.

Flávio Dino


Governador Flavio Dino já foi citado como presidenciável pelo PC do B

Em um passado não muito distante foi especulado pelo jornal Folha de São Paulo que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), estaria disputando a vaga de presidenciável pelo PC do B, os demais cotados seriam as deputadas federais Jandira Feghali e Luciana Santos, juntamente com o ex-ministro Aldo Rebelo.

Fonte: Folha de São Paulo

“Nós teremos que impor isso”, falou o General do Exército sobre uma possível intervenção militar

03:10 0
“Nós teremos que impor isso”, falou o General do Exército sobre uma possível intervenção militar
General do Exército, Antonio Hamilton Mourão

General da ativa no Exército, Antonio Hamilton Mourão, ocupa atualmente o posto de secretário de economia e finanças da Força. No passado foi destaque quando fez duras críticas a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), sendo posteriormente exonerado do Comando Militar do Sul. Neste final de semana o General voltou a ser destaque. Em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na última sexta-feira (15), o General disse que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Judiciário "não solucionar o problema político", em clara referência a corrupção que assola o sistema político no país. 

Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso" [ação militar] e que essa "imposição não será fácil". Segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas". 

"Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso." 

O general afirmou ainda: "Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas". Segundo o general, o Exército teria "planejamentos muito bem feitos" sobre o assunto, mas não os detalhou. 

A palestra de sexta-feira (15) foi promovida por uma loja maçônica de Brasília e acompanhada por integrantes do Rio de Janeiro e de Santa Catarina, entre outros. Segundo o vídeo de duas horas e 20 minutos que registra o evento, postado na internet, Mourão foi apresentado no evento como "irmão", isto é, membro da maçonaria do Rio Grande do Sul. 

Ele se definiu como "eterno integrante da [comunidade de] inteligência", tendo sido graduado como oficial de inteligência na ESNI (Escola do Serviço Nacional de Informações). Criado após o golpe militar de 64 e extinto em 1990, o SNI era o braço de inteligência do aparato de repressão militar para ajudar a localizar e prender opositores do governo militar, incluindo sindicalistas, estudantes e militantes da esquerda armada. 

Um dos organizadores do evento, o "irmão" Manoel Penha, brincou, no início da palestra, que havia outros militares à paisana na plateia, com "seu terninho preto, sua camisa social". Ele afirmou em tom de ironia: "A intervenção que foi pedida, se feita, será feita com muito amor".

Fonte: Folha de São Paulo

Com só 25% de emendas pagas, 8,2 mil obras emperram em municípios

03:08 0
Com só 25% de emendas pagas, 8,2 mil obras emperram em municípios
Ziulkoski alertou que são milhares de obras espalhadas pelo país inteiro
 que impactam diretamente na vida população

A falta de repasses do governo aos municípios por meio de emendas paralisou mais de 8,2 mil obras já iniciadas em todo o país. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), outras 11,2 mil obras deveriam estar em andamento, mas não foram sequer iniciadas. Dos quase R$ 32 bilhões que os municípios têm direito a receber em 2017, conforme previsão do orçamento da União, menos de 25%, um total de apenas R$ 7,3 bilhões foram pagos até o momento.

Já no caso das emendas impositivas, que são de execução obrigatória, e geralmente utilizadas pelos parlamentares para fazer pequenas obras em suas bases eleitorais, o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, disse ao Congresso em Foco que apenas 12% delas foram pagas até o momento. Com eleições no próximo ano, os parlamentares se articulam para cobrar do governo essa liberação, uma vez que quase todos os deputados estarão na corrida eleitoral em 2018.

Leia a íntegra do levantamento da CNM:



De acordo com Ziulkoski, a situação prejudica não só a atuação parlamentar, mas também os moradores das regiões que precisam das obras. “O principal refém é o próprio parlamentar. Ele acaba tendo que prometer. Vai lá na no município local, dá o discurso, diz que a verba foi anunciada e que vai vim, bota placa e depois não vem. Ele perde com isso, o Brasil perde e todo mundo perde. Eu acho que temos que mudar isso aí”, pontuou.

Ziulkoski disse que a entidade está propondo a criação de um Fundo Nacional de Infraestrutura com o mesmo valor das emendas. Pela proposta, o valor arrecadado no fundo seria distribuído para todos os municípios, “de forma republicana, transparente e fiscalizada”. Ele lembra ainda que, hoje, cerca de 1,8 mil municípios nunca receberam “um centavo com a distribuição de emendas”.

O presidente da CNM alertou ainda que essas obras inacabadas, espalhadas pelo país inteiro, impactam diretamente na vida da população. “Isso pra mim e uma das coisas mais serias do Brasil atualmente. A União promete recursos para investimentos, mas não está fazendo os pagamentos”, disse.

As obras estão relacionadas com diversas áreas, como, por exemplo, construção de praças, quadras de esporte, espaços esportivos, recuperação e pavimentação de vias, construções de habitação popular e de unidades de atenção especializada em saúde, assim como a aquisição de máquinas agrícolas e veículos utilitários essenciais para o provimento de certos serviços à população, conforme aponta o estudo.

A entidade revela ainda que há um outro risco sobre os gestores municipais, além de poderem ver frustradas as expectativas de suas populações com relação à melhoria dos serviços públicos que essas obras poderiam oferecer, existe o risco de calote em 9.492 obras que já foram iniciadas e que ainda estão classificadas pela União como Restos a Pagar Não Processados, ou seja, cujos empenhos poderão ser cancelados. “Na prefeitura é assim. Empenhou vai pagar”, ressaltou o presidente da CNM.

Desde que a delação do empresário Joesley Batista veio a público, o governo Temer vem prometendo liberação de recursos para as emendas parlamentares em troca de apoio contra a denúncia na Câmara. Estima-se que mais R$ 15 bilhões foram prometidos aos deputados.






sábado, 16 de setembro de 2017

Luta contra o câncer: Morre apresentador Marcelo Resende

19:38 0
Luta contra o câncer: Morre apresentador Marcelo Resende
Apresentador Marcelo Resende perde luta contra o câncer 

Morreu neste sábado (16), aos 65 anos, o jornalista Marcelo Rezende, após lutar durante quatro meses contra um câncer no pâncreas e outro no fígado. A informação foi confirmada pela Record e noticiada no "Cidade Alerta", programa que ele apresentou durante seis anos.

Marcelo Rezende estava internado desde a última quarta-feira (13), com um quadro de pneumonia, no hospital Moriah em São Paulo, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, mantenedora da Record. O jornalista deixa cinco filhos, de cinco relacionamentos diferentes, e duas netas, além da namorada, Luciana Lacerda.

"Com profundo pesar, comunicamos o falecimento do jornalista e apresentador Marcelo Rezende, 65 anos, às 17h45, no dia 16 de setembro de 2017, no Hospital Moriah, em São Paulo", informou o hospital, em nota à imprensa.

Luta contra o câncer


Rezende afastou-se da TV em maio e anunciou que estava com câncer em entrevista ao "Domingo Espetacular" exibida no dia 14 daquele mês. A gravação aconteceu no dia 8, horas antes de o jornalista ser internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, e submeter-se à primeira quimioterapia.


"Eu não tenho medo da morte, porque o homem que tem fé não tem medo, ele sabe que irá vencer", disse ao "Domingo Espetacular". Durante o tratamento, o jornalista teve a companhia da namorada, da filha mais velha, Patrícia, e amigos como Geraldo Luís, apresentador do "Domingo Show", e Fabíola Gadelha, pupila de Rezende no "Cidade Alerta”.

Marcelo Rezende causou polêmica ao abandonar a quimioterapia e aderir a métodos alternativos. O apresentador apareceu cada vez mais magro e abatido em vídeos publicados por ele no Instagram. Colegas de profissão como Milton Neves chegaram a fazer apelos públicos para o jornalista retomar o tratamento convencional no hospital.

Em sua última aparição pública, Marcelo Rezende publicou um vídeo no Instagram em 3 de setembro dizendo estar confiante para curar o câncer.

"Muita gente vive de boato, e no meu caso até entendo, porque não é toda hora que temos uma informação. O câncer que eu tenho tem altos e baixos, é como uma montanha-russa, mas o importante é que eu estou firme. E aí a cura vai chegar. Eu tenho certeza dela, porque Deus está comigo, Deus está contigo", disse ele.


Fonte: Uol 

Crise provoca demissões em massa e Municípios podem paralisar

10:20 0
Notícias de demissões em massa são frequentes desde o início do ano

Prefeitos estão demitindo funcionários por todo o Brasil, o por quê foi detalhado hoje (16), pelo Jornal A Tarde, onde o prefeito de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, e presidente da União Baiana dos Municípios (UPB), declarou: "A arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) despencou 20% em relação ao ano passado. E o dinheiro da repatriação ficou em 5% do que foi praticado no fim do ano, muito abaixo das expectativas. Os prefeitos não têm outro jeito. O limite de gasto com pessoal imposto pela lei estourou. Ou eles apertam o cinto ou vão morrer. É ruim, é frustrante demitir em tempo de crise, mas ou demite ou as contas vão ser rejeitadas, essa é a regra".

Com crise Municípios reduzem quadro de funcionários contratados

Já o prefeito de União dos Palmares, nas Alagoas, Areski Junior (PMDB), desabafou: "a cidade tem quitado as contas municipais no braço e que era inconcebível a Prefeitura ter funcionários trabalhando sem receber. Além disso, deu o prognóstico: a previsão financeira para o mês de outubro é a pior possível". 

Em crise prefeito fechou UPA da cidade, Municípios atravessam pior crise em anos

Com uma crise crise econômica, que apesar de ter nascida no Governo Dilma Rousseff (PT), chegou rapidamente à fase adulta com o presidente Michel Temer (PMDB). Os gestores Municipais se depararam com despesas maiores que as receitas, tendo como saída a demissão de funcionários. 

"É ruim, é frustrante demitir em tempo de crise" disse o prefeito
de Bom Jesus da Lapa, Eures Ribeiro.

Em uma rápida busca nos Google usando os termos "crise;prefeituras;demissões", a ferramenta revela uma série de notícias sobre demissões que os governos municipais vem realizando de meados de maio para cá. 

Em suma, a crise está batendo pesado nos municípios. E nada indica que vá melhorar, muito pelo contrário.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Saúde de Caixas de porta fechadas

19:04 0
Saúde de Caxias fechas as portas para cidades vizinhas

A cidade de Caxias é a referência de saúde na região Leste Maranhense, lá estão os serviços públicos da alta complexidade hospitalar, casos que envolvem baleados; fraturas expostas; infartos; acidentes considerados mais graves; devem ser encaminhados para aquele município para que seja tratado. Sendo então responsável por atender as demandas de Afonso Cunha, Aldeias Altas, Buriti, Coelho Neto e Duque Bacelar, mas na prática as coisas tem sido bem diferentes. 

Segundo um profissional de saúde que trabalha em duas cidades da região, o Município de Caixas tem se negado, com bastante frequência, a receber os pacientes que são encaminhados para a UPA "deles". Quando tentam caminho da regulação, muitas vezes as ligações "estranhamente" caem durante o repasse de informações, e se tentam mandar a ambulância com o paciente, com muita frequência, não passam do portão da UPA de lá. 

Já há relatos de que pacientes que já morreram na porta da UPA de Caxias, sem que fossem recebidos. Quem conhece a situação reclama do desrespeito e a falta de ética da Secretaria Municipal de Saúde de Caxias, que tem por obrigação em receber os pacientes que são encaminhados a eles, afinal recurso para isso eles recebem do Governo Federal.

Lembrando que as cidades vizinhas não estão pedindo nenhum favor ao Governo de Caxias, é obrigação dele prestarem tal serviço, afinal dinheiro para isso eles recebem. Com a palavra o Governo de Caxias, e o Ministério Público Estadual.

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