segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Sessão

Na sessão da câmara de hoje, foi dado espaço para que uma representante do conselho tutelar falasse aos vereadores. Na oportunidade a conselheira Iriam, defendeu o projeto que reajusta os salários do conselheiros tutelares, e ressaltou a importância de que seja aprovado pelo vereadores, alegando que os salários estão defasados, e as situações de risco saque muitos vezes eles estão submetidos.

O que se viu logo após a fala da conselheira foi uma troca de argumentos entre vereadores que hoje são oposição, e os vereadores que hoje são base do governo.

O discurso dos governistas foi um só. Que os conselheiros são merecedores, que o trabalho deles é de fundamental importância, e que muitas vezes se colocam em situação de risco. Um discurso uniforme e muito bem ensaiado.

Parece que a reunião de sábado na pimentas surtiu efeito.

Já o discurso da oposição, foi o de que a lei é justa, e realmente beneficia uma ferramenta de suma importância na defesas das crianças e jovens coelhonetenses, o problema é o tempo, a época em que a lei foi proposta. A lei surgiu em um período vetado pela lei de responsabilidade fiscal, votar pela aprovação dela é ser cúmplice de um crime, segundo a lei.

Inclusive fica o questionamento, o prefeito Soliney (PMDB), teve 8 anos pra reajustar, valorizar e estruturar o conselheiro tutelar, mas escolhe fazer isso em um período vetado pela lei, por que? Por que não fez antes?

Agora teve uns fatos bem bizarros, a começar pelo vereador Rafael Cruz (PMDB), que sugeriu que a casa legislativa não cumpra a lei, inclusive usou de uma metáfora jurídica simplória para demonstrar seu ponto de vista. Onde já se viu isso, um vereador, legislador, sugerir o não cumprimento da lei? Só em terra do Renan mesmo!

Já o vereador Marcio Almeida (PMDB), diz que se a lei é realmente justa apesar de ilegal, não deve-se questionar ela na justiça. Ora pois! Justiça vereadores, se faz cumprindo a lei, não desobedecendo!

Hoje quem provocou risadas foi Vereador Raimundão (PMDB), fazendo uso da palavra disse que ele não estará na câmara durante a próxima legislatura, mas que a filha dele estará, e que ela votará favoravelmente pela aprovação do projeto. Ou seja, na próxima ele continua vereador, só que o mandato estará no nome de outra pessoa.

Enfim, essa é a câmara de Coelho Neto em final de legislatura.

Hoje estiveram ausentes as vereadoras Cristiane e Lú




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