terça-feira, 20 de dezembro de 2016

UPA pode parar no natal e ano novo

Saúde é um direito básico de todo brasileiro, algo tão fundamental que é garantido pela constituição do nosso país. Mas infelizmente por desconhecimento ou apenas má vontade dos políticos esse direito é violado quase que diariamente. Hoje recebemos a triste noticia que as UPAs - Unidade de Pronto Atendimento, em São Luis, podem paralisar durante as festas de fim de ano. Tudo isso porque o governador Flavio Dino (PC do B), ainda não pagou o décimo terceiro salario do servidores que lá trabalham, sem falar em outras situação absurdas apontada por sindicalistas.

UPA Araçagi 
Segundo José Ribamar Frazão, presidente da Força Sindical do Maranhão, uma das poucas entidades que não se curvaram ao governador Flavio Dino. Cerca de 8 mil funcionários da saúde estadual, desde os marqueiros até os médicos, estão com seus direitos trabalhistas sendo desrespeitados, muitos prestam serviço em situação precária, em condições análogas a escravidão. 

O sindicalista também afirma que a situação é tão absurda, que nem contracheques os servidores da UPA têm. O dinheiro apenas caí na conta e pronto. Também não há carteira de trabalho assinada, e por consequência, nenhuma garantia de direitos trabalhistas. 

Os funcionários da UPA são terceirizados, antes eram vinculados ao Instituto de Cidadania e Natureza (ICN). Mas houve um rompimento de contrato com o referido Instituto, então por decisão Judicial, esses trabalhadores foram absorvidos pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

A esquerda Ribamar Frazão, presidente da Força Sindical Maranhão.
A direita Carlos Lula, Secretario Estadual de Saúde. 
No tocante ao pagamento do ao 13º salario, Sindicato e Secretaria de Saúde também não chegam a um acordo. O Secretario de Saúde, Carlos Lula, afirma que a primeira parcela do beneficio já foi pago em julho desse ano. Algo que o sindicalista nega veementemente, ele diz que: "Quem recebeu uma parcela foram os terceirizados de outros Institutos. O pessoal que era do ICN que agora trabalha para o EMSERH não recebeu nada".

Diante de imbróglio que a população ludovicense pode se vê nesse final de ano sem uma importante ferramente da Saúde na cidade. 

O saldo devedor do governador continuar a crescer! 

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