sexta-feira, 9 de junho de 2017

Dia histórico para agricultura familiar



Até ontem a agricultura familiar em Coelho Neto tinha como aspecto principal a subsistência, produção para garantir a sobrevivência seja da família ou comunidade em que o produtor rural está inserido. Sem grandes perspectivas, era produzido apenas o suficiente para o dia a dia.

Contudo ontem, em uma única tacada, o Governo Municipal retirou 25 produtores rurais da informalidade, gerou renda para o homem do campo, incentivou o pequeno agricultor, encurtou a distância entre a zona rural e a cidade, e derramará ao longo do ano na economia da cidade aproximadamente R$ 480 mil reais. 

Desde 2009 o Governo Federal incentiva o uso de produtos da agricultura familiar na merenda escolar, só em 2015 foram gastos em todo Brasil R$ 1,14 bilhão de reais dessa forma. Contudo, em Coelho Neto, essa iniciativa nunca tinha chegado de fato ao homem do campo, o produtor rural era excluído das iniciativas do governo, não havia incentivos, nem políticas voltadas para a agricultura familiar. Até o ano passado a política para o homem do campo se restringia a distribuição de sementes, e mais nada, não havia incentivo, nem distribuição de renda.



“Esse programa é uma obrigação do Município desde de 2009, só que antes não era cumprido, vocês sabem disso. Antes o que era feito, alguém ganhava a licitação e ia até CEASA, comprava diretamente do comercio, e revendia para o Governo Municipal. Mas “isso aqui” tem que ser comprado é dos agricultores, para valorizar a produção local. Com a gente não está tendo essa história de fazer de “conta”, estamos fazendo de forma correta, e vamos continuar fazendo de forma correta que é para valorizar nosso povo. Na medida em formos nos recuperando, que formos nos organizando, a gente vai trabalhando e recuperando a economia local, recuperando a autoestima do nosso povo”, falou o prefeito Américo de Sousa. 

É prefeitura de Coelho Neto trabalhando para diminuir as desigualdades entre o campo e a cidade, levando renda para o produtor rural... A hora é agora 





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