domingo, 9 de julho de 2017

Justiça pode tardar, mas não falhará

Ex-prefeito Soliney Silva teve os bens bloqueados na última quinta-feira (06)


A Justiça Federal da 1ª Região com sede em Caxias - MA determinou na última quinta-feira (06) o bloqueio de bens do ex-prefeito de Coelho Neto, Soliney Silva (PMDB), da sua esposa Mara Suely, e dos filhos Soliney Filho, Bruno Silva e Marcelo Henrique. Também tiveram os bens bloqueados os empresários Bismarck Guimarães e José Pereira Filho.

Processo contra Soliney agora corre em segredo de justiça 

Entenda o caso  

O pedido de bloqueio dos bens do ex-prefeito e sua família partiu de ação proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) no dia 21 de março de 2017. De acordo com o MPF Soliney desviou “recursos públicos federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) entre 2009 e 2011”.

Segundo o MPF nesse período foram constatadas várias irregularidades na gestão da prefeitura de Coelho Neto, com participação de José Pereira Filho e de Bismark Sauaia Guimarães, como vultosos saques em nome das empresas Pereira & Lobo Ltda., Construtora Paviterra Ltda. e Bismarck S. Guimarães EPP, que não detinham capacidade operacional ou financeira para funcionar, tratando-se, portanto, de empresas de fachada. 

O MPF apontou que análise dos relatórios financeiros revelaram transferências bancárias envolvendo não só os sacadores (José Filho e Bismark Guimarães) e o ex-prefeito Soliney Silva, mas ainda sua esposa, Mara Suely Almeida e Silva, e os filhos Bruno José Almeida e Silva, Soliney de Sousa e Silva Filho e Marcelo Henrique Almeida e Silva. Evidencias de que as normas financeiras do FUNDEB também foram violadas, uma vez que a legislação de regência não permite saques em espécie das respectivas contas.

O MPF declarou que “todos os réus, agindo de forma livre, deliberada e consciente, e também sem observar o necessário dever de cuidado, por meio de ações e omissões, enriqueceram ilicitamente”, ocasionando prejuízo aos cofres públicos e à população de Coelho Neto.

Na ação, o MPF/MA requereu liminarmente a indisponibilidade das contas bancárias, ativos financeiros e bens dos indiciados, o pagamento das despesas processuais, assim como o ressarcimento integral dos danos causados ao erário no valor de R$ 3.727.840,00.

Soliney parte para o ataque




Na sexta-feira noite (07) ao tomar conhecimento da decisão Judicial Soliney tratou de acusar o atual prefeito de Coelho Neto de agir para prejudica-lo. Sem ter a menor noção de tempo, Soliney afirmou o bloqueio aconteceu na sexta-feira 30 de junho, vésperas de um movimento políticos organizado por ele e seus anões. Soliney disse ainda que o processo havia sido arquivado em 2011 por não terem encontrado nada contra ele.

Em resumo, Soliney mente, mente e mente novamente.

Bloqueio dos bens aconteceu na última quinta-feira 06 de julho


Esta ação foi proposta pelo MPF em 21 de março de 2017, e as imagens da movimentação mostram que foram 3 meses e 15 dias toda tramitação do processo no Tribunal da 1ª Região. A movimentação ainda revela que o bloqueio dos bens saiu dia 06 de julho de 2017 às 12:10. Portanto não teve nenhum fator político ligado a decisão judicial. Soliney foi condenado por seus atos e mais nada.

Soliney hoje está sem dinheiro, inelegível e totalmente desprestigiado politicamente.


Xupa que é de uva 

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