quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Começo de ano aziado para Família Sarney


O clã Sarney não terá vida fácil em 2018, é o que dizem muitos analistas políticos ao analisarem os cenários que se apresentam para eleições deste ano. A principal aposta para da família, a candidatura de Roseana, está até aqui fadada ao fracasso, a mesma já admitiu que que terá dificuldades em compor uma coligação. A jogada do pai, o oligarca José Sarney, para amarrar PTB via governo federal, ouviu um sonoro “não” de Pedro Fernandes, que não aceitou beija-mão a Sarney, apenas expos a fragilidade da candidatura de Roseana. 

Terá dificuldade também de arrematar prefeitos usando os cofres federais, como anunciou. Prova disso que os tais milhões que Temer enviaria às prefeituras maranhenses nunca chegaram.

Acostumada a coligações robustas e fartura de recursos públicos, desta vez, se tiver coragem (muitos duvidam), Roseana terá que disputar a eleição sem dinheiro, sem partidos e sem votos, ou seja, a filha de Sarney tem o começo de pré-campanha mais difícil de sua carreira política.

Outra candidatura que vai de mau a pior é a de Zequinha Sarney (PV), que tem tido dificuldades em arregimentar aliados, e soma-se a isso a falta de carisma, que não atrai a simpatia do eleitorado. Tornando essa uma candidatura insossa e sem volume. 

A classe política já não teme mais as ameaças do velho oligarca, acostumado encher os palanques na base de ameaças, como de cassar mandato de prefeitos ou perseguição de lideranças que não rezavam na cartilha da oligarquia. Sem o poder de outrora, José Sarney viu antigos aliados darem adeus ao seu grupo, e o eleitor lhe virar as costas. 

Com informações do Jorge Vieira