segunda-feira, 21 de maio de 2018

Dia após dia grupo político de Soliney vai encolhendo


Abriu-se a crise lá pelos lados do povoado Pimentas, o ex-prefeito de Coelho Neto Soliney Silva (MDB), ao que parece ainda não acostumou-se com a ausência da caneta nas mãos, e pensa que ainda pode mandar e desmandar nas pessoas, como bem gostava de fazer. 

No último final de semana o ex-prefeito realizou um encontro para lançar seu filho pré-candidato a deputado estadual, substituindo-lhe na disputa, uma vez que encontra-se duas vezes inelegível. 

Soliney disparou áudios e mensagens através do WhatsApp “intimando” lideranças políticas da cidade que um dia já estiveram sob sua tutela para o tal encontro, mas foi frustrado ao não ser sequer respondido, sendo ignorado solenemente, e os poucos que responderam, apenas disseram N-Ã-O. Como resultado o evento foi mais fraco que “caldo de peteca”, concentrou pouquíssimas lideranças políticas verdadeiramente expressivas, dentre os quais dois vereadores de mandato, que ainda aceitam serem subservientes aos caprichos de Soliney.

Ex-vereador Antônio Lustosa (centro) é atualmente primeiro suplente pelo MDB e declarou apoio a Fábio Braga

Mas o que despertou a raiva do ex-prefeito, foi notar que seu grupo está completamente diluído, muitos o abandonaram tão logo saiu o resultado das urnas em 2016, outros abraçaram a pré-candidatura do deputado Fábio Braga (SD), que buscará a reeleição, e alguns estão trazendo para a cidade o prefeito de um grande cidade do leste maranhense, que planeja fazer o pai deputado estadual.

Parte do grupo que seguia Soliney deverá marchar por Zé Gentil, pai de prefeito de Caxias Fábio Gentil

Ao saber da vinda desse prefeito para Coelho Neto, pelas mãos de antigos aliados, Soliney explodiu de vez, e tem mandado mensagens intimidadoras a todos que estão abandonando seu barco furado. De forma ameaçadora o ex-prefeito tem dito que agora descobrirá quem são seus verdadeiros “amigos”.

Soliney agora colhe os frutos da política irresponsável que tocou quando era o manda-chuva de Coelho Neto, e assim caminha rumo ao ostracismo político, abandonado por todos que um dia já lhe serviram e que ele tanto maltratou.