terça-feira, 4 de setembro de 2018

Eliziane Gama sente o golpe

A candidata ao senado Eliziane Gama (PPS) tem sentido duramente os efeitos do voto favorável pelo impedimento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ainda no ano de 2015. Praticamente todos palanques de esquerda no Maranhão fecharam as portas para a candidata, com muitos prefeitos e lideranças políticas do estado lhe negando apoio e estrutura.


Contra Eliziane também pesa a fama de não ser cumpridora de acordos, tendo deixado muito de seus apoiadores nas eleições de 2014 a ver navios, não tendo sequer atendido telefonemas ou recebido essas lideranças em seu gabinete na capital. 

A prova dessa rejeição ao nome da candidata foi a ausência dela durante a visita de Fernando Haddad (PT), candidato a vice-presidente e ex-prefeito de São Paulo, ao Maranhão alguns dias atrás. Na ocasião, quando Eliziane tentou se aproximar do palanque em São Luís vou repreendida pelos militantes de esquerda ao gritos de "golpista" e "golpistas não passarão", quem viu disse que foi puro constrangimento. 

Coelho Neto

Na cidade governada pelo petista Américo de Sousa (PT), Eliziane não deverá ter palanque. Além do voto favorável pelo impedimento, também pesa contra a candidata a intervenção dela ainda em 2016 no que era um dos diretórios mais longevo do PPS no interior do Maranhão. 

Na ocasião os membros do PPS local optaram por fiar apoio ao então candidato petista e hoje prefeito, Eliziane interferiu na decisão do partido em Coelho Neto, dissolveu o diretório que existia há mais de 20 anos na cidade, entregando o Partido de mãos beijada e em total submissão ao candidato derrotado e terceiro colocado na disputa de 2016. 

Coelho Neto é apenas um exemplo do que a candidata tem sentido em muitas cidade pelo Maranhão.