domingo, 23 de dezembro de 2018

Mais problemas à vista


O ex-prefeito de Coelho Neto tem se visto a voltas com a Justiça desde que deixou o poder em janeiro de 2017, e com o isso perdeu o foro privilegiado a que tinha direito. Desde então, Soliney Silva (MDB) tem respondido a uma série ações por corrupção, superfaturamento de obras, desvio de recursos públicos, dentre outros crimes contra a administração pública, e que envolveu até mesmo seus familiares mais próximos. 

Recentemente a Justiça Federal decretou liminarmente uma série de bloqueios as contas bancárias e patrimônio moveis e imóveis do ex-prefeito, bem como de seus familiares. O valor bloqueado teria como objetivo repor recursos que teriam sidos subtraídos dos Cofres de Coelho Neto durante a gestão de Soliney, tendo sido desviados da construção de Creches, Unidades Básicas de Saúde, do Sistema de Captação de D’água, e até mesmo do FUNDEB, e chegaria próximo dos R$ 9 milhões de reais. 




No entanto, ter acesso ao dinheiro tem sido bastante difícil, mesmo com as restrições impostas. Soliney tem-se valido de uma série manobras para ocultar seu patrimônio, usando de empresa, Holdings, e até mesmo laranjas para impedir a recuperação dos recursos que foram desviados

Com isso, o Ministério Público Federal (MPF) propôs outra ação contra Soliney, dessa vez por lavagem de dinheiro e o ocultação de bens. Segundo uma fonte ouvida pelo Blog Observatório dos Cocais, a ação do MPF é justificada pela dificuldade em encontrar patrimônio no nome de Soliney, assim como dinheiro em suas contas, bem como no nome de seus familiares. Até o momento a Justiça só teria conseguido recuperar o valor ínfimo de pouco mais de R$ 30 mil reais, que não chega a ser meio porcento do valor almejado pela Justiça. 

Enquanto isso, Soliney tem esbanjado dinheiro, já tendo nesse tempo adquirido helicóptero, fazendas, feito uma compra milionária de cavalos, e até mesmo bancado uma rica campanha eleitoral. E assim, Coelho Neto sofre com uma série de obras abandonadas que poderiam estar servindo a população, mas que tiveram seus recursos subtraídos para manter um alto padrão de vida para Soliney e familiares.